Esse é o título de um capítulo de “Os Livros, Nossos Amigos”, do bibliófilo Eduardo Frieiro
Texto por Claudia Costa
“Se tem uma biblioteca com jardim, você tem tudo” – Cícero (106-43 a.C.) – é o tema que a professora Marisa Midori aborda tratando a leitura como remédio para a monotonia, o medo, a ansiedade, a angústia e a solidão, diante da quarentena obrigatória que estamos vivendo por causa da covid-19.
Nesta edição, a professora dá voz a um bibliófilo raramente mencionado, salvo pelos historiadores do século 18, Eduardo Frieiro. Nascido em Belo Horizonte, foi professor universitário e escritor, fundou a Faculdade de Filosofia e também a Biblioteca Pública de Minas Gerais, hoje Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa.”Foi um bibliófilo muito respeitado, um grande conhecedor dos livros, principalmente de brasilianas”, afirma a professora, acrescentando que tem uma produção considerável, navegando por vários gêneros, romances, ensaios históricos, artigos e circunstâncias
Marisa destaca o volume Os Livros, Nossos Amigos, publicado pela primeira vez em 1941, pela Livraria Paulo Bloom, em Belo Horizonte, e que teve várias edições. “Esse livro vai desde a arte de amar os livros até os problemas relacionados às famosas gralhas nas tipografias, que atrapalham os leitores, desesperam os autores e também os tipógrafos”, relata, e atenta para o capitulo 4, A leitura ajuda a viver, que vem bem ao caso nesses dias de pandemia.
Ouça no link acima a íntegra da coluna Bibliomania.
Fonte: Jornal da USP